Governo do Distrito Federal
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2/06/17 às 12h13 - Atualizado em 17/12/18 às 11h25

Nota de esclarecimento sobre reunião na CLDF

Na última terça-feira (30/5), o superintendente de Administração Geral, Cleycione Silva, e o secretário-geral, Leoclides Arruda, estiveram na Comissão de Fiscalização, Gestão, Transparência e Controle da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para apresentar os resultados da gestão orçamentária do órgão. Houve, por parte da comunicação da Casa, um claro equívoco interpretativo nos dados apresentados, o que gerou repercussão na mídia. Abaixo, segue nota enviada na manhã de ontem (1º) para a comunicação da CLDF.

Nota de esclarecimento

O Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) esclarece que, ao contrário do que pode sugerir o texto veiculado pelo portal da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) com o título “Ibram gasta R$ 58,6 milhões com pessoal e apenas R$ 3 milhões com área fim, o gasto com o pagamento da folha salarial não pode ser interpretado como desassociado da área fim do órgão. Embora compreensível o equívoco do autor, faz-se necessário alguns esclarecimentos.

O IBRAM é acima de tudo um prestador de serviços à sociedade, seja de análise, gestão de Unidades de Conservação ou fiscalização ambiental. Somente por meio de um corpo técnico altamente qualificado, com mais de 70% dos servidores com nível superior, especialização, mestrado ou doutorado, o Instituto pode oferecer esses serviços com a qualidade esperada.

Não obstante os fatos acima relatados, o órgão tem procurado aprimorar as condições de trabalho dos servidores e buscado formas de ampliar sua receita, por meio de parcerias, emendas parlamentares etc., para investir mais em equipamentos e demais insumos necessários para o bom desempenho das suas atribuições, mas, ressaltamos, o nosso ativo mais importante é sem dúvida nossos servidores, e o justo pagamento de seus salários não pode ser considerado à parte dos investimentos na área fim do órgão.

Cabe reforçar que não fazem parte do escopo de atividades finalísticas do IBRAM “desocupações de parques e áreas verdes e também a desocupação da orla do Lago Paranoá”, mas sim o suporte a essas ações sob coordenação da Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis). Destacamos, ainda, que a aplicação de multas jamais será feita como forma de ampliar nossas receitas e todo o trabalho de educação ambiental desenvolvido pelo Instituto se destina justamente a ampliação da consciência ambiental por parte da população com vistas à redução de práticas em desacordo com o que determina a legislação.

Por fim, agradecemos a oportunidade concedida pelo deputado Rodrigo Delmasso,  presidente da Comissão de Fiscalização, Gestão, Transparência e Controle da Casa, de prestar contas do nosso trabalho durante a sessão da última terça-feira (30) e estamos sempre à disposição no sentido de manter uma relação republicana com a CLDF. 

Veja aqui a apresentação disponibilizada na reunião.

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