Governo do Distrito Federal
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9/06/15 às 15h56 - Atualizado em 17/12/18 às 11h24

Ibram fiscaliza Circuito Cerrado de Rodeio

O Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal (Ibram) realizou, na quinta-feira (4), ação de fiscalização na quarta etapa do “Circuito Cerrado de Rodeio”, realizado no Colégio CEMNB, próximo à Administração Regional do Núcleo Bandeirante. A ação teve início às 18h, quando os auditores chegaram ao local para acompanhar o desembarque dos touros, além de avaliar as condições gerais dos animais que iriam participar do evento.

Além disso, foram observadas as condições da arena, bretes e currais, além de questões documentais, como a autorização para realização do evento. Durante o desembarque, a rampa para descida do animais se soltou e alguns animais tiveram dificuldade em desembarcar. O médico veterinário responsável pelo bem estar dos animais estava ausente.

Durante os trabalhos da  competição, que começou por volta da meia-noite e terminou por volta de 1h30 da manhã, os auditores do Ibram posicionaram-se próximo aos bretes de entrada dos animais mas ao mesmo tempo com uma visão panorâmica da arena. Neste momento, a prioridade foi a observação quanto ao uso de instrumentos proibidos pela legislação tais equipamentos de choques e esporas pontiagudas.

Não foi constatada a utilização de nenhum dos instrumentos proibidos pela legislação vigente, porém, os realizadores do evento foram notificados devido a ausência, durante todo o evento, do Responsável Técnico pelo bem estar dos animais, assim como pela falta de adequação do local visando minimizar o estresse dos animais. Entre as práticas irregulares estavam: utilização de fogos de artifícios na arena, posicionamento das caixas de som voltadas diretamente para os animais e redimensionamento do local onde os touros aguardam para iniciar a prova, de maneira a facilitar o acondicionamentos dos animais.

Este é o quarto evento de Rodeio fiscalizado pelo Ibram neste ano. Em nenhum deles foi constatado maus-tratos, de acordo com o que dispõe a Lei 10.519/2002. Porém é de fundamental importância a presença do Poder Público em tais eventos, exatamente para coibir tais práticas, garantir que o evento ocorra conforme prega a legislação vigente, alem de avaliar critérios que visem minimizar o estresse dos animais envolvidos.

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