Governo do Distrito Federal
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11/05/20 às 11h32 - Atualizado em 19/05/20 às 8h44

Bons resultados consolidam teletrabalho no Brasília Ambiental

Vídeoconferência dos servidores da Ugin.

Independente de pandemia do novo coronavírus, o teletrabalho no Instituto Brasília Ambiental está se tornando uma prática efetiva. A Superintendência de Licenciamento (Sulam) já está adiantada nesta prática, a Procuradoria Jurídica (Projur) em fase de experiência e, recentemente, a Unidade de Tecnologia e Gestão de Informações Ambientais (Ugin) conseguiu o trabalho remoto em definitivo.

Segundo o presidente interino do Brasília Ambiental, Cláudio Trinchão, o teletrabalho traz pontos positivos para os cofres públicos e aos servidores. A autarquia ganha, por exemplo, na redução de despesas com aluguel do prédio, água, energia elétrica e equipamentos de informática.

“Por sua vez, os servidores economizam nas despesas com combustível, deslocamento de transporte, além de ganharem qualidade de vida e tempo. Outro fator importante, é que alguns setores do Instituto já apresentam um grande crescimento de produtividade”, completou Trinchão.

De acordo com dados da Ugin, a unidade tinha 30% dos seus servidores em fase piloto nesta forma de trabalho desde outubro do ano passado. “A aprovação ocorreu em função dos bons resultados, tanto no que se refere ao desempenho como à qualidade de vida dos servidores”, acrescenta a gestora Tatiane Correia.

A efetivação do teletrabalho pela Ugin foi publicada no Diário Oficial do dia 30 de abril. A partir daí, solicitou-se a entrada de mais 20% do contingente dos servidores, alcançando o limite por área, determinado pelo GDF, que é de 50%.

No decreto, os servidores que fazem esta opção têm que apresentar desempenho 20% acima dos que realizam trabalho presencial. “Os da Ugin superaram este rendimento. A produtividade deles foi excelente”, afirma Tatiane.

Licenciamento – Na Sulam, 50% dos servidores estão efetivados em teletrabalho. “Iniciamos em maio de 2019 o projeto pré-piloto com quatro servidores. Depois entramos na fase piloto para 12 servidores que foi até fevereiro deste ano, quando a Comissão de Teletrabalho aprovou a prática. Atualmente temos 100 servidores ao todo na área e metade deles em home office”, conta o superintendente Alisson Neves.

Do total de licenças emitidas entre julho e outubro de 2019, 43% são oriundas de análise de teletrabalho, o que significam 165 licenças emitidas, sendo 70 do teletrabalho. De novembro de 2019 a janeiro de 2020, o percentual subiu para 49%, de 119 licenças emitidas, 58 foram pelos que trabalham em casa.  “Nossa experiência tem sido muito positiva”, assegura Neves.

A área de licenciamento do Brasília Ambiental aferiu excelente resultado em entregas em 2019, ano em que foi a melhor da autarquia com 490 empreendimentos ou obras autorizadas e este ano se trabalha para superar estes resultados.

Jurídico – Dos oito servidores da Procuradoria Jurídica do Instituto (Projur), dois estão em experiência piloto de teletrabalho. A área é estruturada em duas frentes: apoio jurídico, que são os advogados, e o apoio administrativo, que são os que estão trabalhando em casa.

O procurador jurídico do Instituto, Thulio Cunha Moraes, ressalta que a experiência piloto na área jurídica iniciou em outubro do ano passado, e foi concluída no último mês de abril. “Estamos produzindo os relatórios para entregar ao Comitê. Em breve tornaremos o teletrabalho efetivo na Procuradoria. Mas de 90% das demandas estão sendo tratadas no tempo estabelecido”, garante.

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