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9/10/17 às 19h01 - Atualizado em 17/12/18 às 11h25

Agentes de parques: mobilizadores das comunidades locais


Os agentes de parques e Unidades de Conservação do IBRAM estão empenhados em mobilizar as comunidades, do entorno dos parques que atuam, para envolvê-las em ações de educação ambiental. Essa ação faz parte da metodologia Comunidades de Conservação, umas das iniciativas de educação ambiental da Coordenação da área no Instituto, a Codea/SUPEM. “A marca registrada de nossa atuação é não chegar com pacote pronto, mas sim ouvir a comunidade sobre o que ela quer e entende que precisa”, destaca o coordenador de educação ambiental, Luís Gatto.

 

O coordenador explica que só o corpo de servidores da Codea não daria conta de realizar a mobilização nos parques e UCs, por isso a ideia de trabalhar em parceria com a Superintendência de Área Protegidas (Sugap), no sentido de contar com os agentes de parques, que estão até mais próximos da comunidade. Para torná-los mobilizadores foi realizada uma oficina de explicação da metodologia.

 

Após a oficina, a missão dos agentes de parques e UCs é contatar as escolas, as associações de protetores dos parques, grupos de escoteiros, entre outros sistemas de organização da comunidade. A partir desse contato, é agendada uma reunião no parque, na qual a equipe CODEA explica a metodologia e ouve a comunidade. “Não vamos expor para eles uma série de ações de educação ambiental. Vamos expor uma metodologia de participação e mostrar algumas experiências já aplicadas e com bons resultados. Cabe a eles (comunidade) optar por elas ou não e sugerir outras”, esclarece.

 

Gatto lembra que muitas vezes já existem ações de educação ambiental em andamento, como iniciativa da própria comunidade. Ele cita, como exemplo, o  “Manual do Biodetitive”, lançado recentemente pelo IBRAM, fruto do trabalho de professores e alunos de uma escola da ARIE (Área de Relevante Interesse Ecológico) da Granja do Ipê. “Melhor fortalecer iniciativas já existentes do que começar do zero, e melhor ainda é fazer com as pessoas do que fazer para as pessoas”, ressalta.

 

Sinalização Participativa – Na mesma ARIE foi implantada no último dia 27 de setembro, e também dentro da Metodologia Comunidades de Conservação a Sinalização Participativa. Além das orientações técnicas, a sinalização foi adaptada à visão que os próprios moradores têm do local. Eles criaram inteligentes slogans de conscientização ambiental.

 

Como resultado da oficina, já estão a todo vapor na mobilização da comunidade parques como: Sucupira e Pequizeiros, em Planaltina; Veredinha em Brazlândia; Ezechias Heringer, no Guará; e Parque da Candangolândia, onde o grupo de escoteiros assumiu a mobilização, entre outros.

 

 

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