Governo do Distrito Federal
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9/06/21 às 10h23 - Atualizado em 9/06/21 às 11h38

A Fauna da Cidade – Invertebrados Terrestres

1) Escorpiões

Os escorpiões são animais terrestres, de atividade noturna, ocultando-se durante o dia em locais sombreados e úmidos. Existem poucas espécies que se adaptaram à vida junto às habitações humanas e, ocasionalmente dirigem-se às casas à procura de abrigo, em velhas construções, principalmente onde há material de construção estocado, podendo ser encontrados dentro de sapatos e gavetas. Todos os escorpiões são carnívoros, capturam e matam animais dos quais se alimentam, entre eles podemos citar baratas, grilos e aranhas de porte médio.

 

Escorpião-amarelo (Tityus serrulatus). 

Fonte: https://butantan.gov.br/noticias/escorpioes-quem-sao-essas-formas-de-vida-que-ha-450-milhoes-de-anos-habitam-a-terra

 

Predadores –  corujas, gaviões, sapos, algumas espécies de aranha, lagartos.

Importância – a espécie de escorpião de interesse médico do Distrito Federal é o escorpião-amarelo (Tityus serrulatus), caracterizado pelas pernas e cauda amarelo-claras e abdômen escuro. Um dos fatores que favorece sua dispersão no país é a reprodução por partenogênese, ou seja, sem a necessidade de um macho, de forma que sua identificação é importante para o controle da proliferação.

Ciclo de vida – Uma ninhada pode ter até 20 filhotes os quais ficam nas costas da mãe até a primeira troca de pele. Os filhotes ficam adultos após 5 a 6 mudas de pele, com cerca de um ano de idade. Vivem em média 3 a 4 anos.

 

Em caso de acidentes

Deve-se procurar o Hospital Regional mais próximo, visto que o soro antipeçonhento é disponibilizado apenas na Rede SUS. O atendimento deve ser realizado imediatamente e a Secretaria de Saúde recomenda que o animal seja levado, em segurança, ao hospital ou à DIVAL para que o animal seja identificado.

 

É importante nunca amarrar o membro picado ou fazer torniquete, além de não aplicar nenhum tipo de substâncias sobre o local da picada (fezes, álcool, querosene, fumo, ervas, urina), nem fazer curativos que fechem o local, pois podem favorecer a ocorrência de infecções. Não se deve cortar, perfurar, queimar ou sugar o local da ferida, nem dar bebidas alcoólicas ao acidentado, ou outros líquidos como álcool, gasolina e querosene, pois não têm efeito contra o veneno e podem agravar o quadro.

 

Medidas Preventivas

Manter limpos quintais, jardins, sótãos, garagens e depósitos, evitando acúmulo de folhas secas, lixo e demais materiais como entulho, telhas, tijolos, madeiras e lenha;

Ao manusear materiais de construção, usar luvas de raspa de couro e calçados, pois nestes materiais podem estar abrigados escorpiões;

Rebocar paredes e muros para que não apresentem vãos e frestas;

Vedar soleiras de portas com rolos de areia;

Usar telas em ralos do chão, pias ou tanques;

Acondicionar o lixo em recipientes fechados para evitar baratas e outros insetos, que servem de alimento à escorpiões;

Realizar roçagem de terrenos;

Manter berços e camas afastados das paredes; e

Examinar calçados, roupas e toalhas antes de usá-los.

 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal, por meio dos Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental realizam inspeção ambiental, residencial e comercial, e em órgãos públicos para controle de vetores, peçonhentos, sinantrópicos para controle pragas urbanas de importância médica. Esse controle é realizado contra alguns animais, entre eles o Tityus serrulatos (escorpiões amarelos).

 

Em caso de aparecimento desses animais, a população deve acionar a Vigilância Ambiental, por meio dos números 160 e 3347-8527 ou pelo e-mail gevapac.dival@gmail.com ou presencialmente no endereço SAIN, lote 4, Asa Norte, CEP: 70071-125 para agendamento da inspeção. Uma equipe vai até a residência da pessoa que localizou os animais e faz a coleta dos animais existentes, com busca em caixas de esgoto, entulhos e outros locais. Para maiores informações acesse o site http://www.saude.df.gov.br/controle-de-pragas/

 

2) Aranhas

As aranhas são animais carnívoros, de vida livre, geralmente solitárias e predadoras, alimentando-se principalmente de insetos. São principalmente terrestres existindo aproximadamente 30.000 espécies conhecidas, sendo que apenas 20 a 30 são consideradas como tendo veneno tóxico para o homem. Um mito comum sobre aranhas é o que sua urina causa o cobreiro, condição médica em que surgem bolhas ou feridas na pele, porém não tem fundamento, visto que é causado pelo Vírus Varicela-Zóster (VVZ), o mesmo que causa também a Catapora, permanecendo inativo no organismo durante toda sua vida e se reativando nos casos em que a imunidade é baixa.

 

Predadores – pássaros, lagartixas, sapos, rãs e outras aranhas.

Ciclo de vida – Há acasalamento entre macho e fêmea. A aranha põe ovos, muitas vezes em grandes quantidades, mais de 1.000 em uma única postura. Há muita variação quanto ao tempo de vida, de alguns meses a vários anos.

Importância – As aranhas são animais peçonhentos, injetando o veneno por meio de um par de glândulas que se encontra em suas peças bucais. A gravidade do envenenamento varia de acordo com o local da picada, a sensibilidade individual, entre outros fatores, sendo indicado procurar assistência médica em caso de acidente.

 

Em caso de acidentes

Existem dois tipos de aranha de interesse médico no Distrito Federal, que são a aranha armadeira e aranha marrom. A armadeira (gênero Phoneutria) é considerada grande e agressiva, podendo ser facilmente identificada pela postura que assume quando ameaçada, com as duas patas dianteiras de cada lado do corpo levantadas.

 

Nesse momento, é possível ver faixas brancas e pretas nas patas levantadas, além das quelíceras avermelhadas, que são duas estruturas próximas da boca. Outra característica para a identificação são os pares de manchas claras nas costas.

 

Aranha armadeira (‎Phoneutria nigriventer).

Fonte:  http://faunanews.com.br/2020/05/06/aranha-armadeira-o-veneno-e-perigoso-mas-ajuda-a-medicina/

 

Outra espécie de interesse médico é a aranha-marrom (Loxosceles spp.), porém não é comum em ambientes antrópicos do DF, sendo encontrada em cavernas ou paredes rochosas de cachoeiras. A picada não provoca muita dor, portanto ao visitar essas regiões, é importante monitorar o aparecimento dos sinais mais tardios, que são mancha escura e dura no local, possivelmente com febre alta, podendo agravar nas primeiras 24 a 72 horas evoluindo para bolhas com ou sem dor em queimação ou lesões necrosantes.

 

Aranha Marrom (Gênero Loxosceles).

Fonte: http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/araneideos.htm

 

No caso de acidentes,  o indicado é lavar o local com água e sabão, aplicar compressas mornas para o alívio da dor, manter elevado o local da picada e procurar o serviço de saúde, se possível levando o espécime consigo ou identificando-o. Casos graves são mais comuns em idosos acima dos 70 anos e em crianças com menos de 10 anos, sendo que nas crianças a manifestação clínica é a mais severa.

 

Para esses grupos, o mais indicado é ligar no 193 para que seja encaminhado para um hospital com soro antiaracnídico (SAA), que é administrado nos casos de maior severidade. Nunca se deve fazer torniquete, queimar, furar, cortar ou sugar o local da ferida, nem aplicar folhas, pó de café ou terra, além de não ingerir bebida alcoólica, querosene ou fumo.

 

As aranhas podem ser levadas para a Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (DIVAL) para que o animal seja identificado, na AENW trecho 2 lote 4, ao lado do Hospital da Criança Setor Noroeste, Brasília-DF, 70684-831. Para entrega das amostras deve ser anotado a data da coleta, endereço completo do local onde foi coletada, local (por exemplo o cômodo da casa) e nome completo de quem fez a coleta. Não será necessária documentação para o procedimento.

 

Medidas Preventivas

Manter limpos quintais, jardins, sótãos, garagens e depósitos, evitando acúmulo de folhas secas, lixo e demais materiais como entulho, telhas, tijolos, madeiras e lenha;

Usar luvas de raspa de couro e calçados, ao manusear entulhos, troncos e especialmente bainhas escuras de coqueiros, palmeiras derrubadas e bananeiras, visto que são um refúgio comum desta espécie também chamada aranha de bananeira ou aranha-macaco;

Rebocar paredes e muros para que não apresentem vãos e frestas;

Vedar frestas em portas e janelas;

Usar telas em ralos do chão, pias e tanques;

Acondicionar o lixo em recipientes fechados para evitar baratas e outros insetos, que servem de alimento à aranhas;

Manter a grama aparada;

Evitar folhagens densas próximas a paredes e muros;

Manter berços e camas afastados das paredes; e

Examinar calçados, roupas e toalhas antes de usá-los.

 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal, por meio dos Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental realizam inspeção ambiental, residencial e comercial, e em órgãos públicos para controle de vetores, peçonhentos, sinantrópicos para controle pragas urbanas de importância médica. Este controle é realizado contra alguns animais, entre eles os araquinideos (aranhas).

 

Em caso de aparecimento desses animais, a população deve acionar a Vigilância Ambiental, por meio dos números 160 e 3347-8527 ou pelo e-mail gevapac.dival@gmail.com ou presencialmente no endereço SAIN, lote 4, Asa Norte, CEP: 70071-125 para agendamento da inspeção. Uma equipe vai até a residência da pessoa que localizou os animais e faz a coleta dos animais existentes, com busca em caixas de esgoto, entulhos e outros locais. Para maiores informações acesse o site http://www.saude.df.gov.br/controle-de-pragas/

 

3) Carrapato-estrela

O carrapato Amblyomma cajennense, conhecido como carrapato-estrela, carrapato-de-cavalo ou rodoleiro, é responsável pela transmissão da bactéria Rickettsia rickettsii, causadora da Febre Maculosa Brasileira (FMB). No Distrito Federal foi comprovada a presença deste parasita em equinos, e a ocorrência da doença e da bactéria neles, sendo relatado o trânsito de 20 km diários desses animais entre a residência e o local de trabalho dos proprietários, pelas áreas urbanas e rurais.

Amblyomma cajennense – Carrapato-estrela
Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/blog/doutora-ana-responde/post/carrapato-e-febre-maculosa-sinais-de-alerta.html

 

Medidas Preventivas

É recomendado que pessoas em contato com a natureza ou com animais de criação façam inspeção do próprio corpo a cada quatro horas, dado que esse é o tempo que o carrapato precisa estar se alimentando do sangue para que haja a transmissão da bactéria. É importante destacar que o carrapato estrela, ao contrário dos carrapatos dos bovinos, cavalos e gambás, não escolhe hospedeiros, portanto todos os animais podem ser vítimas, inclusive os domésticos, como o cão e o gato;

Também é indicado vestir roupas claras, para facilitar que o parasita seja visto, e colocar a calça por dentro das botas e as meias por cima da calça;

Os proprietários de animais de criação é recomendado o uso de produtos repelentes, como shampoos específicos e coleiras antiparasitárias para os cães e gatos; e

Ao encontrar um carrapato grudado no corpo, retire com o uso de pinça, sem estourá-lo pois pode causar a contaminação através de lesões na pele. A partir desse momento é necessário observar o possível desenvolvimento de sintomas da doença, que é marcado por início brusco, com febre alta e dores de cabeça, podendo ter dores musculares intensas e prostração. Na evolução da doença, podem ocorrer hemorragias, náuseas e vômitos. As manifestações clínicas surgem após um período de incubação que leva em média 7 dias, podendo variar de 2 a 15 dias. O surgimento de lesões na pele, no 3º ao 5º dia de doença, deve aumentar a suspeita, muito embora existam casos nos quais esse sinal pode não ser detectado.

 

A FMB não é transmitida pelo contato entre pessoas, assim é uma doença de baixa frequência, porém deve ser monitorada devido à alta mortalidade de 30% em média e 80% se consideradas apenas as formas graves. Esse índice se deve à falta de diagnóstico adequado e de tratamento precoce, tomando por exemplo o estado do Rio de Janeiro, no qual quase todos os óbitos por febre maculosa entre 1994 e 2014 tiveram diagnóstico inicial de dengue. O início precoce do tratamento, até o quinto dia após o início dos sintomas, melhora a recuperação e baixa a letalidade das formas graves para 6,5%.

 

4) Abelhas

Na sociedade das abelhas, distinguem-se três tipos de indivíduos: rainhas (possuem ferrão utilizado somente para postura), zangões (sem ferrão) e operárias (que possuem ferrão). Alimentam-se do néctar e pólen que retiram das flores levando-os para a colmeia, no qual armazenam em favos. Todo trabalho da colmeia (coleta de pólen, néctar e própolis; limpeza; defesa; construção de favos e alimentação das larvas) é realizado pelas operárias.

 

Além disso, é importante destacar a diferença entre as abelhas nativas, conhecidas como “indígenas” (Meliponini) e as exóticas, conhecidas como “abelha-europeia” (Apis melliferas). As abelhas nativas do Brasil apresentam ferrão atrofiado e são mais calmas, ao contrário das abelhas exóticas, as quais apresentam ferrão e são agressivas.

Abelhas indígenas (Meliponini).

Fonte: https://www.mundoecologia.com.br/animais/tipos-de-abelhas-sem-ferrao/

 

Predadores – abelharucos, besouros (abelheiro), vespas e libélulas.

Ciclo de vida – O tempo de vida varia: a rainha vive em média de 2 a 5 anos, o zangão cerca de 80 dias e as operárias de 32 a 45 dias. Todos estes indivíduos sofrem metamorfose completa.

Importância – Contribuem para a polinização de flores e frutos e produzem mel e própolis. Em épocas de escassez de néctar, podem invadir residências, confeitarias, panificadoras e outros locais à procura de açúcar. Sua picada pode causar reações alérgicas, cuja gravidade depende da sensibilidade do indivíduo, local e número de ferroadas, podendo ser necessária assistência médica.

Além dos aspectos econômicos relacionados com a sua produção, distribuição, comercialização, geração de trabalho e renda, o seu uso como alimento e fonte de energia em muitos lugares em situação de vulnerabilidade econômica, social e alimentar é essencial a essas comunidades. Também sua produção estimula a cooperação entre os produtores, geralmente pequenos agricultores familiares que se associam para garantirem melhores condições, inclusive de preservação das áreas e plantas essenciais às abelhas.

 

Medidas Preventivas

Em caso de emergências de reação alérgica à picada, o recomendado é ligar imediatamente para o 193;

Ao se deparar com um enxame de abelhas é importante não tentar matá-las, pois elas liberam hormônios que atraem ainda mais insetos. Caso não seja possível se proteger ao se deparar com uma grande quantidade, a orientação do Corpo de Bombeiros é correr de forma desorientada, pois os insetos tendem a voar em linha reta;

Ao encontrar uma colmeia em construções e árvores, não se deve tentar retirá-la por conta própria nem atirar pedras ou água neles, visto que de acordo com informações do Ministério da Saúde, entre 2000 e 2017, foram registrados 138 mil casos de acidentes com abelhas. Além disso, são representantes da fauna silvestre, visto que têm o seu ciclo de vida ocorrendo dentro do território brasileiro, e ainda, apresentam importante função ecológica e econômica no ambiente, estando englobadas sob a lei federal 9.605/98 e demais legislações (Art. 6°A, do projeto de lei n.º 1.634-A, de 2007). Portanto é necessário solicitar a permissão do Ibram para a retirada, que pode ser feita enviando o pedido juntamente com seu telefone para contato, e-mail, endereço e nome completo para o e-mail atendimento@ibram.df.gov.br;

O Corpo de Bombeiros pode ser acionado para a remoção de colmeias de abelhas. O qual poderá ser feito o contato com apicultores que o transportarão para um lugar seguro, podendo ainda ser utilizado na produção de mel, estimulando a economia local, o que se apresenta muito mais vantajoso para a população e o meio ambiente do que sua destruição;

Manter sempre as lixeiras vedadas, pois os resíduos e odores atraem os insetos; e

Se tiver árvores frutíferas no lado externo, colha as frutas maduras e pegue as que caírem no chão.

 

5) Vespas

As vespas, também conhecidas como marimbondos ou cabas possuem algumas famílias que são encontradas em todo território nacional. Existem espécies que formam grupamentos sociais e outras que tem hábitos solitários. Possuem menos pelos que as abelhas e apresentam o corpo mais delgado. Constroem seus ninhos de papelão cinza, fabricado com fibras obtidas de madeira decomposta, sendo essas fibras intensamente mastigadas e misturadas com saliva.

Vespa polistina neotropical (Parachartergus fraternus)
 Fonte:  https://www.dw.com/pt-br/a-escala-das-picadas-mais-dolorosas-de-insetos/a-45360226

 

Predadores – Pernis ptilorhynchus, popularmente conhecido como Bútio-Vespeiro-Oriental (ave)

Ciclo de vida – Muitas espécies de vespas iniciam fundações por meio de enxames (como as abelhas). Os locais utilizados para construir os ninhos podem ser árvores, beirais de casas, toldos, janelas, etc. Possuem metamorfose completa, passando pelas fases de ovo, larva, pupa e adulto.

Importância – As vespas são consideradas animais peçonhentos por possuir, como as abelhas, um ferrão na região posterior do corpo que serve para inocular veneno. Sua ferroada pode causar reações alérgicas, cuja gravidade depende da sensibilidade do indivíduo, local e número de ferroadas, sendo aconselhável procurar atendimento médico.

 

Medidas Preventivas

Na realidade não se pode prever a chegada de um enxame ou estabelecimento de um vespeiro num local. Porém, existem algumas orientações importantes a fim de evitar acidentes. Em caso de enxame viajante ou vespeiro já instalado:

não se apavorar porque elas não estão vindo para ferroar ninguém;

retirar do local ou das proximidades pessoas apavoradas, alérgicas à picada de vespas, crianças e animais;

não jogar nenhum produto sobre o enxame, como álcool, querosene, água ou inseticida; porque neste caso elas podem atacar;

não bater, tocar ou fazer movimentos bruscos e ruidosos próximos ao vespeiro;

entrar em contato com serviço especializado ou pessoas especializadas para a remoção do vespeiro, logo da sua instalação, para evitar que a população cresça muito;

No caso de ninhos de vespa, caso seja apresentado risco para a comunidade, o combate poderá ser feito pelo Corpo de Bombeiros ou ainda pelo Centro de Controle de Zoonoses, que só podem, entretanto, agir em ninhos localizados em até 2m de altura, segundo a norma regulamentadora NR35;

Como é um inseto territorial, a vespa não fará ninho se por perto houver um modelo falso, que pode ser comprado em lojas de artigos para jardinagem ou usado um saco de papel pardo; e

As residências e estabelecimentos devem ser monitorados com frequência, sendo os locais de preferência garagens, sótãos, cavidades nas paredes. Também é possível a instalação de telas de proteção nas janelas e portas.

 

6) Taturanas

As taturanas ou lagartas são espécies que se alimentam de folhas de diversas árvores frutíferas, plantações e arbustos, o que explica sua grande adaptação pela alimentação farta.  Além disso, elas se desenvolvem especialmente no verão, período em que se tornam mais ativas e, por isso, a atenção deve ser redobrada.

 

Lonomia obliqua – Taturana
Fonte: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/taturana-encontrada-no-brasil-tem-veneno-capaz-de-matar-uma-pessoa.ghtml

 

Predadores – besouros e bactérias

Ciclo de vida – aproximadamente 7 a 10 dias.

Importância –  Algumas taturanas têm aparência agressiva, porém, não oferecem riscos, outras podem causar acidentes, por conterem cerdas pontiagudas que contém veneno, causando queimaduras.

Acidentes envolvendo a espécie – Todas as taturanas podem queimar o indivíduo, mas o diagnóstico diferencial das Lonomias (foto acima) é que, além da queimação pós-contato, o quadro pode evoluir para hematoma, inchaço, manchas na pele e até hemorragia. Em caso de dúvida, a unidade de fauna poderá ser acionada para identificação da espécie. De acordo com a Secretaria de Saúde, o Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) é referência no tratamento de lesões causadas pelo veneno de Lonomias.

 

Medidas Preventivas

Deve-se primeiro tentar identificar o tipo da lagarta. Se ela não apresentar pelos pode ser considerada uma lagarta inofensiva, porém se ela apresentar o corpo recoberto de cerdas (espinhos) semelhantes a “pinheirinhos”, coloração marrom esverdeada e mancha na forma da letra “U”, pode-se estar diante de uma Lonomia;

Ao colher frutas, apoiar-se ou recostar-se em árvores, ou plantas, observar se não existem taturanas no local, pois pode-se pressionar algum animal;

Evitar presença de crianças próximo à árvores ou plantas que contenham taturanas, pois principalmente crianças, são atraídas pelo seu colorido e podem querer tocá-las; e

Como a taturana é uma fase da vida , deve-se evitar o local até que as mesmas entrem na fase de crisálida, posteriormente dando origem às mariposas e borboletas.

 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal por meio dos Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental realizam inspeção ambiental, residencial e comercial, e em órgãos públicos para controle de vetores, peçonhentos, sinantrópicos para controle de pragas urbanas de importância médica. Esse controle é realizado contra alguns animais, entre eles as Lanomias (lagartas).

 

Em caso de aparecimento desses animais, a população deve acionar a Vigilância Ambiental, por meio dos números 160 e 3347-8527 ou pelo e-mail gevapac.dival@gmail.com ou presencialmente no endereço SAIN, lote 4, Asa Norte, CEP: 70071-125 para agendamento da inspeção. Uma equipe vai até a residência da pessoa que localizou os animais e faz a coleta dos animais existentes, com busca em caixas de esgoto, entulhos e outros locais. Para maiores informações acesse o site http://www.saude.df.gov.br/controle-de-pragas/

 

7) Mosquito da dengue, mosquito-palha e mosquito-prego

O mosquito da dengue, identificado pela coloração preta com riscos formando um pequeno desenho semelhante a uma taça no tórax e listras brancas na cabeça, nas pernas e no corpo, é transmissor da dengue, febre amarela, zika e chikungunya, sendo essencial o combate de sua proliferação.

Aedes (Stegomyia) aegypti – Mosquito-da-dengue
Fonte: https://www.ecycle.com.br/2640-animais-sinantropicos.html

 

Medidas preventivas

Cuidar dos reservatórios de água parada, colocar areia até a borda no prato de vasos de plantas, colocar o lixo em sacos plásticos mantendo a lixeira bem fechada e não jogar lixo em terrenos baldios;

Não deixar a água da chuva acumulada sobre a laje, manter tampados barris e tonéis de água, embalar para recolhimento todas as garrafas pet e de vidro vazias que não for usar, guardar as garrafas que não for descartar de boca para baixo ou em local coberto e trocar a água de plantas aquáticas, lavando o recipiente ao menos uma vez por semana;

Jogar no lixo todo objeto que possa acumular água; entregar os pneus velhos aos serviços de limpeza urbana ou, caso realmente precise mantê-los, guardar em local coberto; fazer a limpeza das calhas periodicamente, removendo folhas, galhos e tudo mais que possa impedir a água de correr e manter a caixa d’água sempre fechada com tampa adequada;

Para o combate à febre amarela também é indispensável a vacinação;

Caso tenha conhecimento de algum foco de dengue, a denúncia pode ser feita através do telefone 162. Os agentes de saúde têm alvará judicial que possibilita a entrada na residência de quem se recusa a receber a inspeção e em casas abandonadas ou fechadas; e

Se há casos de suspeita de dengue, independentemente de ser confirmado ou não, o carro do fumacê pode passar diariamente. Para o plano de enfrentamento à dengue e outras arboviroses de 2020 a 2023 foi realizada a compra do inseticida Ultra Baixo Volume (UBV) e o aluguel de motofogs (motos para aplicação de venenos), uma inovação tecnológica ágil que permite acesso a terrenos difíceis, como as bordas dos domicílios, becos, áreas muito arborizadas, lotes industriais, entre outros, que a UBV não chegaria, permitindo o aumento de cobertura da área tratada.

 

Malária e mosquito-prego

O combate à proliferação do vetor também é indicado para o mosquito-prego, transmissor da malária, além do fornecimento de medicamentos para as infecções. Os períodos de maior atividade do mosquito são o início da manhã e o final da tarde. A maioria dos casos da doença se concentra na região Amazônica, área endêmica, porém nas demais regiões, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois se observa uma letalidade mais elevada que na região endêmica. O seu tratamento é simples, eficaz e gratuito e deve ser procurado, pois a malária pode evoluir para forma grave e até para óbito, sendo que casos simples, se não forem tratados, podem se tornar graves. Os sintomas iniciais são como a gripe, surgindo entre nove e 14 dias após a infecção, e podem evoluir para:

febre;

dor nas articulações;

dores de cabeça;

vômitos frequentes;

convulsões; e

coma.

 

Mosquito-palha

Para o mosquito-palha, transmissor da leishmaniose visceral e da Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA), alguns cuidados adicionais precisam ser tomados. Isso por conta de outros mamíferos, principalmente os cães, atuarem como possíveis reservatórios do protozoário causador da doença.  Dessa forma, é necessário:

manter seu animal limpo;

conservar seu ambiente limpo e ventilado;

 evitar deixar restos de comida próximos a onde o animal vive; e

fazer uso de coleira deltametrina, que age como repelente de pulgas, carrapatos e insetos.

 

Leishmaniose

A leishmaniose visceral tem um desenvolvimento mais grave e teve em 2020 casos registrados no Distrito Federal nas regiões administrativas de Ceilândia, Planaltina e Santa Maria. Um dos fatores que contribuem para a evolução desfavorável da doença é o diagnóstico tardio e, por esse motivo, é tão importante conhecer e suspeitar da doença. Os sintomas são:

Febre duradoura, de 10 a 15 dias;

Anemia;

Perda de peso;

Fraqueza; e

Possível comprometimento do fígado e do baço.

 

Pacientes com suspeita ou que apresentem alguns dos sintomas descritos, ou ainda, que tenham visitado matas e cachoeiras e morem em locais conhecidos pela transmissão podem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima e declarar a exposição ao mosquito na consulta. Nos cães a doença pode, em muitos casos, não apresentar sintomas evidentes, podendo também ter comprometimento de órgãos internos e feridas na pele. A Leishmaniose Tegumentar Americana tem como principal sintoma feridas na pele e teve em 2020 casos registrados em Planaltina, Vicente Pires e Samambaia.

 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal por meio dos Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental realizam inspeção ambiental, residencial e comercial, e em órgãos públicos para controle de vetores, peçonhentos, sinantrópicos para controle pragas urbanas de importância médica. Este controle é realizado contra alguns animais, entre eles o mosquito vetor Aedes aegypti (mosquito da dengue), mosquito-palha (transmissor da leishimaniose), borrachudos e Anopheles (transmissor da malária).

 

Em caso de aparecimento desses animais, a população deve acionar a Vigilância Ambiental, por meio dos números 160 e 3347-8527 ou pelo e-mail gevapac.dival@gmail.com ou presencialmente no endereço SAIN, lote 4, Asa Norte, CEP: 70071-125 para agendamento da inspeção. Uma equipe vai até a residência da pessoa que localizou os animais e faz a coleta dos animais existentes, com busca em caixas de esgoto, entulhos e outros locais. Para maiores informações acesse o site http://www.saude.df.gov.br/controle-de-pragas/

 

8) Barbeiro

Os barbeiros podem hospedar e transmitir o Tripanosoma cruzi, que é o protozoário causador da Doença de Chagas. Esses insetos alimentam-se exclusivamente de sangue de animais vertebrados. Dentro das residências os barbeiros podem se esconder em frestas nas paredes, camas, colchões, atrás de móveis e quadros. Nos quintais os barbeiros podem se esconder em recintos, abrigos ou tocas de animais vertebrados. É importante esclarecer que a ação antrópica no meio ambiente também contribui de forma significativa para que ocorra a dispersão dos barbeiros, pois ela pode afugentar ou levar à morte os hospedeiros naturais dos triatomíneos silvestres, que assim são obrigados a se deslocar à procura de novas fontes de alimentação e abrigo.

 

Triatoma infestans – Barbeiro
Fonte: http://www.icb.usp.br/~marcelcp/triatoma.htm

 

Predadores: roedores, ratos selvagens, morcegos, lagartos e aves.

Ciclo de vida: O ciclo de vida dos barbeiros pode durar de 1 a 2 anos.

Importância: Os barbeiros apresentam importância ecológica, uma vez que mantêm o equilíbrio biológico de outras espécies, impedindo que sua população aumente, além de serem fonte de alimento para outros animais.

 

Como o barbeiro transmite Chagas?

O inseto se alimenta de sangue. Ele pica um animal silvestre infectado e depois transmite a doença para as pessoas. Segundo a Secretaria de Saúde “é enquanto ele suga que seu abdômen se expande comprimindo o intestino e fazendo com que saiam as fezes que podem estar contaminadas pelo protozoário”.

 

O que é a doença de Chagas? 

A doença causa um aumento significativo no tamanho do coração do paciente afetado. Isso ocorre porque as câmaras internas do coração doente aumentam de tamanho. A dilatação do coração prejudica o bombeamento do sangue. Quanto mais cedo a doença for diagnosticada, maiores são as chances de cura. Há casos agudos em que é necessário transplante de coração.

 

Medidas preventivas

 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal por meio dos Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental realizam inspeção ambiental, residencial e comercial, e em órgãos públicos para controle de vetores, peçonhentos, sinantrópicos para controle de pragas urbanas de importância médica. Este controle é realizado contra alguns animais, entre eles os Triatomíneos (barbeiro transmissor da Doença de Chagas).

 

Em caso de aparecimento desses animais, a população deve acionar a Vigilância Ambiental, por meio dos números 160 e 3347-8527 ou pelo e-mail gevapac.dival@gmail.com ou presencialmente no endereço SAIN, lote 4, Asa Norte, CEP: 70071-125 para agendamento da inspeção. Uma equipe vai até a residência da pessoa que localizou os animais e faz a coleta dos animais existentes, com busca em caixas de esgoto, entulhos e outros locais. Para maiores informações acesse o site http://www.saude.df.gov.br/controle-de-pragas/

 

 

Ciclo de vida – a longevidade de uma formiga depende da sua espécie mas, a maioria delas vivem apenas por volta de quatro meses ou, no máximo, podem alcançar um ano de vida.

Agravos para a saúde – Algumas espécies de formigas podem se defender através de um aparelho inoculador de veneno (ferrão), como as formigas lava-pés, podendo provocar reações alérgicas cuja gravidade depende da sensibilidade do indivíduo, local e número de ferroadas.

 

Medidas Preventivas

Deixar os locais limpos de restos de alimentos, especialmente doces e gordurosos;

Vedar muito bem potes de alimentos;

Colocar açúcar em pote hermeticamente fechado;

Não acumular lixo doméstico e inservíveis;

Vedar frestas onde se observa a entrada e saída destes insetos; e

Caso haja infestação com prejuízos econômicos, é possível solicitar o manejo por parte de pessoas físicas ou jurídicas devidamente habilitadas, conforme IN IBAMA 141/2006.

 

10) Cupim

Os cupins desempenham um papel fundamental no ambiente natural, decompondo madeira e outros restos vegetais, participando da ciclagem de nutrientes. São cerca de 300 espécies descritas no Brasil, porém menos de 30 estão adaptadas a viver em ambientes antrópicos. A invasão humana a áreas florestais possibilitou a aproximação das residências à árvores e vegetação nativas e com isso facilitou a entrada de cupins arborícolas nessas construções.

 

Um cupinzeiro possui indivíduos fisicamente diferentes com funções específicas. A maioria é composta por indivíduos cegos, sem asas e sem mandíbulas fortes, que são os operários. Outros indivíduos cegos e sem asas, mas com mandíbulas fortes são os soldados. Também há membros reprodutores, que têm asas e enxergam, conhecidos como siriris ou aleluias, formando revoadas na primavera e podendo iniciar novas colônias quando machos e fêmeas se encontram.

 

Devido ao seu comportamento e hábitos de nidificação e alimentação, os cupins são capazes de causar danos em madeiras estruturais, mobiliário e à grama. Entre os materiais atacados estão móveis, molduras de quadros, pianos, portas, rodapés, forros, vigas de telhado, compensados ou qualquer outro objeto de madeira. Além disso, livros, cortinas, roupas ou papéis podem ser perfurados por esses cupins.

 

Syntermes grandis – Cupim
Fonte: https://inaturalist.ala.org.au/taxa/548076-Syntermes-grandis

 

Medidas preventivas

•  Instalação de telas em janelas em portas, para evitar a entrada dos reprodutores com asas;

•  Uso de madeiras tratadas com produtos impermeabilizantes;

•  Remover fragmentos de madeira após as construções;

•  Restringir o contato das madeiras com o solo, ou uso de preservativos oleosos como o creosoto e o pentaclorofenol, ou preservativos hidrossolúveis de sais inorgânicos;

Uso de barreiras físicas na edificação, como areia, vidro moído ou telas metálicas, colocadas antes do início da construção. Essas barreiras impedem o acesso dos cupins através da utilização de materiais impenetráveis; e

•  Caso haja infestação com prejuízos econômicos, é possível solicitar o manejo por parte de pessoas físicas ou jurídicas devidamente habilitadas, conforme IN IBAMA 141/2006.

 

Como identificar possíveis infestações

Veja se há formação de pequenos montes granulados, que são resíduos fecais eliminados que se acumulam sob os objetos infestados.

 

11) Barata

As espécies de barata mais comuns em áreas urbanas são a Periplaneta americana (barata de esgoto) e a Blatella germanica (barata francesinha ou alemãzinha). Por carregarem agentes patógenos através de seu corpo, as baratas domésticas são responsáveis pela transmissão de várias doenças, principalmente gastroenterites. Dessa forma, são consideradas vetores mecânicos.

 

Periplaneta americana – barata-americana
Fonte: https://cientistabrasil.wordpress.com/2016/06/29/periplaneta-americana/

 

Medidas preventivas

Mantenha os alimentos guardados em recipientes fechados;

Conserve armários e despensas fechadas limpos e sem restos de alimentos;

Remova caixas de papelão e lixo de locais não apropriados;

Fique atento aos tetos rebaixados;

Remova e destrua ootecas (ovos de baratas);

Providencie a vedação ou selagem de rachaduras, frestas, vasos e fendas que possam servir de abrigo para baratas; e

Limpe pisos, coifas, fogões e maquinário frequentemente para que não fiquem engordurados.

 

PROJETO SOS Abelhas combate ataques de enxames sem causar danos aos insetos. Governo do Brasil. Disponível em: <https://www.gov.br/pt-br/noticias/educacao-e-pesquisa/2020/02/projeto-sos-abelhas-combate-ataques-de-enxames-sem-causar-danos-aos-insetos> Acesso em 4 de maio de 2021.

SOUZA, A. A.; Miguel, E.; Gouvéia, J. S. M.; Silva, J. J.; Oliveira, W.; Santos, K. A. R.; Limongi, J. E. O combate de abelhas e vespas conforme a legislação ambiental – Uberlândia-MG, Brasil, 2015. Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, Anais Medtrop 2016. 2016.

 

Cupins

ANDRIOLO, A.; Prezoto, F.; Barbosa, B. C. Impactos Antrópicos: Biodiversidade Aquática & Terrestre. Programa de Pós-graduação em Ciências Biológicas: Comportamento e Biologia animal, Universidade Federal de Juiz de Fora. Edição dos autores, 79 p. 2018.

CHAVES, R. C. S. Levantamento de diferentes técnicas de controle de cupins subterrâneos (Isoptera, Rhinotermitidae) em áreas urbanas e rurais. Trabalho de conclusão de curso (bacharelado e licenciatura – Ciências Biológicas) – Universidade Estadual Paulista, Instituto de Biociências de Rio Claro. 2013.

 

Mosquitos

AZEVEDO, E. M. R.; Linhares, G. F. C.; Duarte, S. C.; Jayme, V. D. S.; Oliveira, H. F.; Oliveira, V. F. Leishmaniose visceral canina em cão de Caldas Novas, Goiás. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, vol. 17, nº1, pp. 339-341. 2008.

AZEVEDO, E. M. R.; Duarte, S. C.; Costa, H. X.; Alves, C. E. F.; Neto, O. J. S.; Jayme, V. D. S.; Linhares, G. F. C. Estudo da Leishmaniose Visceral Canina no Município de Goiânia, Goiás, Brasil. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, Jaboticabal, vol. 40, nº2, pp. 159-168. 2011.

DÚVIDAS sobre a dengue no DF? Esclareça-as aqui. Agência Brasília, Governo do Distrito Federal, entrevista com Edgar Rodrigues, diretor da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival). Disponível em: <https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2020/03/07/duvidas-sobre-a-dengue-no-df-esclareca-as-aqui/>. Acesso em 4 de maio de 2021.

FEBRE amarela. Secretaria de Estado da Saúde, Governo do Estado do Espírito Santo. Disponível em: <https://mosquito.saude.es.gov.br/febre-amarela>. Acesso em 4 de maio de 2021.

LEISHMANIOSE: saiba os riscos da doença e onde buscar tratamento na rede pública. Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Governo do Distrito Federal, 2020. Disponível em: <http://www.saude.df.gov.br/leishmaniose-saiba-os-riscos-da-doenca-e-onde-buscar-tratamento-na-rede-publica-de-saude/>. Acesso em 4 de maio de 2021.

MALÁRIA. Médicos Sem Fronteiras. Disponível em: <https://www.msf.org.br/o-que-fazemos/atividades-medicas/malaria?>. Acesso em 4 de maio de 2021.

MALÁRIA. Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Governo do Distrito Federal. Disponível em: <http://www.saude.df.gov.br/medicamentos-malaria/>. Acesso em 4 de maio de 2021.

MONTEIRO, E. M.; Silva, J. C. F.; Costa, R. T.; Costa, D. C.; Barata, R. A.; Paula, E. V.; Coelho, G. L. L. M.; Rocha, M. F.; Dias, C. L. F.; Dias, E. S. Leishmaniose visceral: estudo de flebotomíneos e infecção canina em Montes Claros, Minas Gerais. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, vol. 38, nº2, pp. 147-152. 2005.

O MOSQUITO. Secretaria de Estado da Saúde, Governo do Estado do Espírito Santo. Disponível em: <https://mosquito.saude.es.gov.br/o-mosquito>. Acesso em 4 de maio de 2021.

PLANO para enfrentamento da dengue e outras arboviroses (2020-2023). Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, Governo do Distrito Federal. Disponível em: <http://www.saude.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/09/Plano-de-enfrentamento-arboviroses.pdf>. Acesso em 4 de maio de 2021.

PREVENÇÃO. Secretaria de Estado da Saúde, Governo do Estado do Espírito Santo. Disponível em: <https://mosquito.saude.es.gov.br/prevencao>. Acesso em 4 de maio de 2021.

PREVENÇÃO contra doenças causadas pelo Aedes aegypti devem ser redobradas no verão. Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), 2021. Disponível em: <https://portal.fiocruz.br/noticia/prevencao-contra-doencas-causadas-pelo-aedes-aegypti-devem-ser-redobradas-no-verao>. Acesso em 4 de maio de 2021.

SÉRIE vetores. Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Disponível em: <https://www.biodiversidade.ciss.fiocruz.br/sites/www.biodiversidade.ciss.fiocruz.br/files/Serie%20Vetores.pdf>. Acesso em 4 de maio de 2021.

SILVA, F. S. Patologia e patogênese da leishmaniose visceral canina. Revista Trópica – Ciências Agrárias e Biológicas, vol. 1, pp. 20-31. 2007.

 

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